“Estava
chorando. O tipo de choro que é silencioso e secreto. O tipo de choro que só eu
percebia ‘’
Caley
P.O.V
Esse
garoto penso que é quem? Para estar agindo assim comigo, como se eu fosse
alguma puta dele, que fica fazendo tudo o que ele quer.
Nossa aproximação
é um pouco meio que perigosa, por que quando se tem um homem gostoso desse te
segurando de um jeito que meu Deus...
Convenhamos
que ele é um cara muito sexy, esse braço dele bem definido e coberto de
tatuagem o deixando bem mais sexy, ele é de um estilo bem despojado e ate mesmo
meio play boy, com um topete do Edward Cullen, os olhos dele são tão lindo , é
a mesma cor que eu tanto queria que os meus olhos fossem quando era pequena, é
um castanho bem claro, parecendo mel.
Tão
rápido que eu nem tenho certeza de como aconteceu direito, ele colou seus
lábios nos meus, me beijando de uma forma selvagem, eu já beijei muito na minha
vida, mas assim como esse tal de justin esta me beijando é a primeira vez, a
língua dele passa por cada extensão da minha boca, passeando por cada espaço
que existe em mim, mas como eu disse é um pouco violento, eu tenho certeza que
depois meu lábios ficara inchado, e com certeza isso não é com o que eu estou
preocupada, retribuo o beijo o Máximo que eu posso, minha mão esta no cabelo
dele o puxando para mais perto de mim, como se de alguma forma isso fosse
possível, as mãos dele esta na minha cintura, as poucos ele vai descendo essa
mão para baixo, uma parte de mim acha que esta na hora de encerrar esse beijo,
mas outra esta totalmente entregue a ele, e acho que vocês já sabem qual parte
eu estou deixando me levar.
Cof cof !
Emma dá
uma tosse proposital interrompendo nosso beijo.
Poxa logo agora!
- ual
em amiga, arrasou na escolha em, eu achei muito gato ele, aprovado! – ela
praticamente esta comendo o garoto com os olhos, a Emma sempre consegue me
deixar constrangida.
- oi
sou o justin ! – ele se apresenta, dando um abraço e um beijo na bochecha dela,
garanto que ela esta quase morrendo por dentro.
- sou a
Emma! – mas que situação em... – esta ficando com um cara lindo em amiga. – ela dá mais uma secada
nele.
- não
estou ficando com ele. – protesto.
- então
o que eu vi foi o que? – ela arqueia a sobrancelha
-
apenas um aquecimento, para noite. – ele mordeu os lábios enquanto me olhava.
Vai ser sexy assim lá longe em...
- sonha
amor, aproveita que é de graça. – minha voz soou o mais irônica possível.
-
admita que esta louquinha para abrir as pernas para mim! – ah que idiota.
- você
é muito ridículo garoto! – nem acredito que ele disse isso.
Os
garotos com quem eu costumo ficar nunca falou assim como ele, tirando o Matt
que foi um idiota completo, não que eu tenha ficado com muitos caras, sé eu
tive relação sexual com cinco caras na minha vida foi ate muito, eu sou do tipo
que gosta de beijar, beijar muito, por que isso faz bem para saúde, alem de ser
muito bom, já experimentei vários tipos de beijo.
Quando
eu estava na escola, ai que eu beijava muito, eu me lembro de que todos os
meninos daquela escola eram loucos por mim, eu sempre fiz parte das mais
populares da escola, só acho que acontecia isso tudo porque sou rica e mais
nada.
Agora
estou na faculdade, e estou tentando levar meus estudos um pouco a serio.
Tentando.
- não é
o que elas costumam dizer no meu ouvido! – arg tanto ego.
- ta
bom o garanhão! – puxei a Emma, e vou sair desse lugar o mais rápido possível,
mas não ajuda muito quando a Emma só fica olhando para trás.
- ainda
fico com você gostosa! – pude o ouvir gritando atrás de mim.
Mas ele
só vai ficar querendo mesmo.
Só
porque ele é gostoso eu não vou abrir minhas pernas para ele no primeiro
momento que tiver chance.
Disquei
o numero do meu motorista, preciso sair daqui o mais rápido possível.
- oi senhora? – a voz dele esta um pouco surpreso,
acho que é porque eu costumo ligar para ele as quatro ou cinco hora da manha, e
hoje foi bem cedo.
- oi,vem me buscar por favor.
- mas agora? – que isso contestando a hora que
vou para casa.
- é sim, agora. – tentei ser menos rude
possível, mas não estou com toda paciência nesse momento.
- eu não sabia que a senhora vinha cedo, então
decidir dá uma passada na casa da minha mãe, mas estou aqui no interior da
cidade...
- chega que horas mais ou menos?
- acho que daqui a umas cinco horas. – sinto que
a voz dele saiu com um pouco de medo.
- mas que porra em!
- desculpe senhora.
- incompetente! – que raiva cara.
- peço desculpa mais uma vez, daqui a cinco
hora estou ai.
- ok , ta bom.
Joguei
o celular na minha bolsa, nervosa com toda essa situação, essa é a única parte
ruim de não dirigir o seu próprio carro tenho que fica dependo dos outros.
- o que
foi? – Emma pergunta, estranhando minha situação.
- o
Rodolfo só poderá vim nos buscar daqui a cinco horas. – reviro os olhos isso
tudo esta me deixando cansada.
-
caralho! – quando a Emma fala palavrão, parece meio inacreditável ela é tão
boneca.
- amiga
vamos voltar lá para dentro, enquanto ele chega. – mais nem morta que eu vou lá
para dentro de novo.
- eu
não vou mais se você quiser ir, não tem problema.
- não
vou ficar aqui com você.
Só de
pensa que eu tenho que ficar aqui plantada na porta da balada, por causa do
aquele idiota, sinto uma raiva total dele, se não fosse por ele há essa horas
estaria, dançando e me divertindo muito, homem só presto para atrapalhar a
minha vida mesmo.
Tirando
o meu pai, é claro.
Acho que já se passou uns dez minutos que
estamos aqui paradas, feito duas idiotas, enquanto a rua esta deserta, tirando
as prostituas que se comem com os caras aqui fora, que nojentas, ás vezes me
pergunto para que existe motel mesmo.
O celular da Emma começa a tocar, uma musica
da miley cyrus.
- oi pai...mas não fui eu... por favor
acredita em mim. – acho que aconteceu alguma coisa, o pai da Emma é muito
liberal, ele não faz esse estilo que liga para filha no meio da noite.
- ta, ta bom pai...já estou indo. – ela desliga o celular com uma cara.
- o que
foi?
- meu
pai descobriu que eu dei uma festa na piscina, semana passada lembra? – puts como assim.
- mas
quem contou?
- não
sei, ele só disse que esta decepcionado comigo, porque não precisava de ter
metido para ele, sinto muito mas vou ter que ir amiga.
- ok
tudo bem, pode ir, eu dou um jeito aqui.
- ta,
boa sorte.
Ela vai
saindo com uma cara de cachorro sem dono, tadinha da minha amiga.
Mas que
porra em, nem um taxi passa nessa merda de lugar, ah vontade de grita, maldita
hora que eu vim nessa balada.
Agora
estou sentada no meio fio, esperando a merda do meu motorista aparecer.
Quanto
mais as horas se passam, mais a rua vai ficando quieta e sem ninguém, já estou
começando a ficar com medo, ate as putas que estavam aqui, já saíram, só tem eu
nessa merda de rua.
Esta
vindo um carro preto em minha direção.
Ai meu Deus !
E se
for algum estruprador, se alguma coisa me acontecer eu vou matar o Rodolfo, a
cada vez que o carro se aproxima, meu coração vai acelerando.
Que eles passem reto, e não façam nada comigo.
Fiquei
repetindo isso para mim, uns milhões de vezes.
Ah não,
ele parou bem aqui na minha frente, deixando o farol na minha cara.
Em que
merda eu fui me meter?
O
individuo foi abrindo a porta do carro lentamente, para que esse suspense todo
em, pelo pé eu pude perceber que é um homem, vou continuar sentada, na verdade
nem sei o que fazer nesse momento.
Ele esta
com um capuz preto, dificultando minha visão, ele vem andando em minha direção,
lentamente, dá ate para contar os passos dele.
Oh merda !
Agora eu
consegui ver quem é, aquele menino que estava lá dentro da balada, me beijando
a força, não foi totalmente a força né, mas ele é um puto de um gostoso e não
teve como resistir.
Mas o
que ele esta fazendo aqui em?
- vai
ficar sentada ai? – ele parou na minha frente colocando a mão no bolso do
moletom.
- isso
é da sua conta. – minha voz saiu ríspida.
- não
é, mas eu estou te pergunta então eu tenho algum interesse. – ele rebateu no
mesmo tom que eu.
- vou
ficar aqui sim por quê?
- nada,
eu te levo para casa quer uma carona?
-
definitivamente não. – minha risada soou irônica, e ainda revirei os olhos
deixando esse momento mortalmente irônico.
- vai
ficar ai na rua sozinha, pode ser perigoso. – eu via o quanto ele se esforçava
para ser legal comigo.
- acho
que ir com você é mais perigoso, e eu não quero porra de carona nenhuma.- arg !
não me entende, eu quero fica só já estou morrendo de raiva, por estar aqui
esperando o Rodolfo.
- é
nisso que dá tentar ser legal com os outros, então fique só! - ele saiu pisando duro no chão, entrou no
carro bateu a porta com força, e passou por mim praticamente voando.
Eu prefiro
ficar aqui só, dó que ir com esse tal de justin, eu heim nem conheço ele
direito, e convenhamos que ele não parecer ser uma das melhores pessoas, toda
aquelas tatuagem, mesmo ele tendo um rosto de bebe, ele não parecer ser uma das
pessoas mais certa do mundo.
Então o
jeito é ficar aqui sentada esperando o Rodolfo.
[...]
Já deve
fazer umas duas horas que estou aqui ainda, porra a mãe do Rodolfo mora onde? Pela
demora deve morar no Brasil, só pode mesmo viu.
Se fosse
meu pai duvido que ele estava com essa demora toda.
E o
pior é que eu já estou ficando com muito medo de estar aqui na rua sozinha, não
tem exatamente ninguém aqui, á não ser eu e alguns gatos ou cachorros que passa
na rua, em algumas horas passa algum carro.
Agora mesmo
esta vindo outro carro em minha direção, será que é a merda do justin de novo? Espero
que não, mas o carro é diferente, é uma BMW vermelha, bem chamativo não?
A pessoa
parou o carro a alguma distancia de mim, e abriu a porta, meu coração acelerou,
minha mão esta um pouco gelada, meu Deus porque sempre acontece isso comigo?
É dessa
vez não é o justin, é um cara moreno, cabelo preto mas em topete tipo o do
justin, ele esta usando uma roupa preta, que mania é essa de todo mundo usar
preto a noite? A cada passo ele se aproxima mais de mim, com um sorriso no
rosto, enquanto eu só fico aqui sentada, com o braço escorado no meu joelho,
mas estou preparada pra correr se alguma coisa acontecer.
- oi. –
ele disse quando chegou perto de mim, me olhando com uma expressão confusa,
tipo que esta se perguntando, o que essa garota doida esta fazendo na rua sentada
a uma hora dessas ?
- oi. –
respondo com voz um pouco tremula.
- o que
uma moça como você esta fazendo, na rua a umas horas dessas? – não aguentei e
tive que rir, ele perguntou exatamente o que eu estava pensando.
- estou
esperando meu motorista, que nunca chega. – respondi entre risos.
- ah! Eu
sou o siva e você? – ele perguntou estendendo a mão para eu, que continuava
sentada na calçada.
- meu
nome é Caroline, mas me chame de caley. – apertei a mão dele por um instante, a
mão dele esta muito quente.
-
bonito nome.
-
obrigada.
-
aceita uma carona? – ele pergunta, depois de um minuto de silêncio se passa entre-nos.
Olho para
ele, pensando na proposta.
- não
sei se devo aceitar. – sim eu disse isso.
- olha
eu juro, que não vou fazer nada com você, prometo lhe deixar em casa segura e
salva. – ele de um risinho no final.
Mas eu
continuo olhando para ele, sem saber o que falar.
-
confia em mim.
Não sei
se aceito ou não, conheci ele agora, mas parece ser uma pessoa boa, mas como
minha mãe costumava dizer, que as aparências enganam.
Ou eu
aceito ou fico aqui plantada na rua esperando o Rodolfo que nunca chega.
Então acho
melhor aceitar, e seja o que Deus quiser.
- ta eu
vou aceitar. – ele estendeu a mão, para eu se apoiar enquanto levanto da calcada.
Ele me
conduz ate o carro dele, abre a porta para mim cavalheiro.
me
sento do seu lado, e ele coloca uma musica lenta para tocar no seu ipod, tão lenta e doce, não reconheço essa
musica, mas pela voz eu chuto que seja John Mayer.
Alguns minutos
se passam em total silencio entre-nos, ele mantém os olhos na estrada, ate ser
virar para mim com um sorriso no rosto e dizer:
- obrigada
pelo voto de confiança caley !
e ai estão gostando ?
quem puder compartilha por favor *--*
gente se eu demorar pra postar é porque estou ocupada :)
QUERO AVISAR QUE ESTOU POSTADO NO ANIME TAMBÉM QUEM QUISER LER POR LÁ É SÓ IR (AQUI)
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BEIJOS :3

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